Comidas típicas, tradições renovadas a cada Círio.

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São mais de 100 anos de uma história em que protagonistas anônimos reúnem-se para expressar a crença em Nossa Senhora de Nazaré. O Círio é o momento ímpar de devoção, fé e amor, quando milhares inundam as ruas de Bragança,em uma das maiores procissão de fé cristã católica, no segundo domingo de novembro.

A festa do Círio de Nazaré, considerada o Natal dos paraenses, tem como um dos grandes momentos o almoço do domingo de Círio. Em todos os lares, o almoço do Círio confraterniza as famílias, hóspedes e amigos. É quando a rica culinária paraense pode ser mais bem apreciada.

Além dos pratos típicos, como o pato no tucupi e a exótica maniçoba, os frutos do mar, da floresta, dos rios e das imensas fazendas paraenses compõem os cardápios: enormes peixes, como o pirarucu e a pescada amarela.

Selma Maria que reside no bairro Jiquiri disse que  já vem preparando a famosa maniçoba a quase 5 dias. O preço da folha varia entre R$3,00 a R$4,00. Mas, não é só com isso que o bragantino gasta. Além da folha da maniçoba para a panela inda vai: toucinho branco, toucinho defumado, orelha salgada, rabo, lombo e costela de porco salgada, chouriço, linguiça de porco, bucho de boi e charque, esses são os ingredientes que compõem uma saborosa maniçoba.

Porém faltando 5 dias para o almoço do Círio é difícil encontrar a maniçoba. O que ainda pode ser encontrado no mercado da feira livre de Bragança é o pato que seu preço varia de R$15,00 a R$20,00 e o tucupi que custa apenas R$2,50.


Reportagem: Carla Brito  /  Selecionada por: Adelino Borges

 

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